Eles estavam acorrentados na caverna úmida e escura. Ali
nasceram, ali cresceram. Por uma pequena fresta da caverna uma luz atravessava
e projetava variadas imagens. Umas movimentavam rapidamente, com formas
esquisitas e irreconhecíveis, outras apareciam e se movimentavam mais
vagarosamente. O silêncio às vezes era entrecortado pelo ruído que vinha
daquelas sombras na parede. O rumor vinha como um eco, inteligível, indescritível.
